Sir John Dankworth (20 de setembro 1927 - 6 de fevereiro de 2010)
Desafinado (Tom Jobim) com Paulo Jobim (voz e violão), Paula Morelenbaum (voz), Daniel Jobim (piano), Jaques Morelenbaum (cello) e Domenico Lancelloti (bateria). A magia eterna de uma canção.
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O Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 - Centro - fone: (85) 3464.3108) abrirá duas exposições individuais na próxima quinta-feira, 4 de fevereiro, às 19 horas. São elas: "Eu vejo, tu olhas... ele déjà vu", do paulista Fernando Ribeiro, com curadoria de Nelson Leirner; e "Segredo de travesseiro é sonho", da pernambucana Maíra Ortins, com curadoria de Ricardo Resende. Gratuitas ao público, as duas mostras ficam em cartaz no CCBNB-Fortaleza até o próximo dia 5 de março (horários de visitação: terça-feira a sábado, de 10h às 20h; e aos domingos, de 10h às 18h).
"Eu vejo, tu olhas... ele déjà vu", de Fernando Ribeiro
A exposição "Eu vejo, tu olhas ... ele déjà vu" do artista plástico Fernando Ribeiro, com curadoria de Nelson Leirner apresenta 30 obras em suportes diversos. Os trabalhos exibem o relacionamento do artista e sua interpretação pessoal da História da Arte; não são criadas com base em suposições. Fernando Ribeiro não se preocupa com o conhecimento profundo da arte por seu observador, mas sim sua identificação com ícones de seu repertório. É um artista que adapta antigos conceitos às novas mídias.
Diferentes suportes são utilizados pelo artista que se utiliza desta diversidade para criar obras a partir da observação crítica do corriqueiro e do banal uma vez que Fernando Ribeiro acredita que "tudo está aí, em suspensão, só que quase ninguém vê".
Em Eu vejo, tu olhas... ele Déjà Vu, ele mostra uma pintura inédita em acrílica sobre tela, algumas com o diferencial da inclusão de assemblages. Assim inova com o princípio da transformação de uma obra plana em tridimensional. Outra obra presente é composta por um álbum e uma caixa-objeto de tiragem limitada a 40 exemplares. Este trabalho é composto por uma série de 10 gravuras originais, da série Déjà Vu, com dupla utilização já incluída no seu conceito original: com a composição sugerida com a caixa-objeto, que também é uma obra completa por si só, ou cada gravura exposta de forma isolada. Em suportes atuais, um álbum eletrônico, vídeo instalação, exibe imagens das gravuras de forma transmutada, permitindo a visualização, em mídia eletrônica, das imagens que compõe o álbum físico, em sequência randômica.
Suportes contemporâneos, onde Fernando Ribeiro exibe sua habilidade com as novas mídias, estão presentes nos dois trabalhos compostos por uma pequena tela de plasma portátil, com moldura própria e opção de caixa de sustentação própria.
No momento atual o artista se recria com a utilização de sua série Déjà Vu vista por um novo ângulo, posicionando-a em nova etapa. Em fases anteriores, os trabalhos eram executados primeiro em papel, depois gravura. A progressão da série se dá a partir do momento em que a pintura começa a absorver assemblages de outros materiais - alto relevo e também através da subversão da ordem normal das coisas. Acrescente-se a isso, as mídias eletrônicas.
Em seu trabalho, Fernando Ribeiro interfere em obras de artistas consagrados como Marcel Duchamp, Pablo Picasso, Andy Warhol, Miró, Man Ray e os brasileiros Leonilson, Bispo do Rosário e Nelson Leirner, entre outros. "Não aguento mais as pessoas falarem que tudo já foi feito e que a arte está ensimesmada. A ironia é a forma que vi para dizer que mesmo se fazendo o trabalho dos outros a gente pode criar e se divertir", afirma.
Para o artista, o lado divertido da brincadeira é que ao receber o nome "Déjà Vu", a obra toda vira uma provocação ímpar com um resultado estético belíssimo. "Achei tudo tão interessante que produzi feito um louco, sem achar que fosse virar uma individual em tão pouco tempo. No meio do caminho, percebi que havia uma linha histórica sobre a arte, foi absolutamente instintivo. E vi que isso era bom, pois passava pelos meus prediletos, o que eu também não havia pensado", afirma.
Fernando Ribeiro é natural de São Paulo. Sua identidade com o desenho vem desde os anos iniciais de sua adolescência. E, por influência da obra de Robert Crumb, inicia sua carreira aos 16 anos, na Lynx Film, como arte-finalista, e participa do longa-metragem de animação "Simplex", ganhando o Leão de Ouro em Cannes, França. Transfere-se para o Rio de Janeiro e começa a trabalhar no Estúdio Hanna Barbera. Na época, estuda com o cartunista Molica, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro.
Ao retornar a São Paulo, Fernando Ribeiro é convidado a assumir a criação do tablóide infantil dominical do Diário do Povo. Aluno do atelier Nelson Leirner, no Rio de Janeiro, torna-se produtor do artista nos anos seguintes, como também seu assistente em exposições nacionais e internacionais. A partir de 1990, dedica-se exclusivamente as Artes Plásticas.
Junta-se a Cooperativa dos Artistas nos anos 1990, chegando a exercer o cargo de diretor. Permanece no grupo por mais de uma década. Em 2001, inicia parceria com a Mônica Filgueiras Galeria de Arte, sua representante desde então, e local onde participa de sua primeira exposição - coletiva - de objetos e esculturas.
Após algumas tentativas de trabalhos coletivos, seu espírito inquieto o faz decidir-se por uma trajetória individual, que já demonstra resultados por haver ultrapassado fronteiras locais e internacionais com suas criações.
texto do curador Ricardo Resende, sobre a exposição "Segredo de travesseiro é sonho", de Maíra Ortins
O trabalho de arte em si perdeu lugar para o processo artístico na arte contemporânea. Isto vale dizer que caberia a um crítico, ao comentar sobre um artista, ou como disse Krauss, ao penetrar sua obra, discorrer sobre o suporte técnico em que se dá a criação artística. Para ser mais claro, é tratar de como o artista chegou no trabalho que está sendo apresentado. Trata-se de falar do meio, o que está entre a ideia e o resultado.
O tempo, o pensar, o realizar, o material, a construção, os envolvidos, as motivações, os trabalhos anteriores e o conjunto da obra em si passam a ser centrais na compreensão de um trabalho artístico, ou seja, o tudo e o todo de um gesto criativo. Entender a narrativa principal passa a ser secundário diante da complexidade dos processos artísticos.
O que Maíra Ortins nos apresenta nesta exposição no Centro Cultural do Banco do Nordeste, em Fortaleza, é uma arte híbrida e inteligente que mistura as artes plásticas com a poesia literária no arranjo de palavras, desenhos, objetos e coisas que compõem sua exposição. Na verdade, o que apresenta configura-se como uma única grande instalação.
A mostra "Segredo de travesseiro é sonho" é resultado de uma pesquisa em poéticas visuais que a artista vem desenvolvendo desde 2007 na tentativa de captar o universo lírico da palavra através de desenhos inseridos diretamente sobre a parede, a madeira, o papel, a fotografia, por meio de vídeo, sobre placa de acrílico, sobre tecido e outros suportes e materiais.
Maíra Ortins, que tem formação em Letras pela Universidade Federal do Ceará, usa as palavras para aumentar os sentidos das obras expostas. Os materiais apresentados também têm a função em sua obra de potencializar as palavras de maneira a explorar os universos infinitos dos sentidos. Trata-se de uma via de mão-dupla, em que o arrebatamento visual e literário provoca grandes emoções naqueles que se permitem "penetrar" pelas sensações e lembranças de amores vividos ou não. É também febre e memória dos afetos.
O resultado visual é um certo caos nas paredes ou sobre os tecidos, como é o sentimento do amor quando nos toma o corpo e a alma, quando, ainda na forma de paixão, nos vira a vida do avesso e transborda o corpo com seus fluidos. Esse caos nada mais é do que a aceitação desta desordem interior, que nos joga contra a parede diante da paixão pelo outro, pelas coisas, pelas palavras, pelo mundo, enfim, pela vida.
Maíra expõe de maneira visceral a sua intimidade. Dos sentimentos mais interiores desprendidos no gesto de escrever, de borrar de vermelho a parede e o interior de suas caixas. É como se artista falasse com o coração ao segurá-lo nas palmas das mãos. Parece apertá-lo até sangrar e jorrar neste gesto enérgico que faz escorrer o sangue que carrega no seu interior sobre a parede, sobre o tecido, sobre a manta de algodão.
Maíra, que começou sua jornada artística pela gravura, invade com seu carmim as paredes da sala de exposição e desprende vigorosamente traços densos. Usa o corpo como expressão. Usa a força do texto-imagem. A palavra se transforma em desenho, das linhas que rasgam as paredes como se fossem rios venosos de sentimentos.
"O travesseiro vermelho, costurado sobre a seda, potencializa a simbologia carregada pelo desenho, dinamiza o espaço fictício que essa imagem propicia: um segredo, dito em versos, sobre o travesseiro uma mulher que flutua, num movimento contínuo".
Com essas palavras, Maíra Ortins parece querer afogar sentimentos passados numa tentativa de livrar-se daqueles amores e sonhos que nos aprisionam no decorrer da vida.
Maíra Ortins nasceu em Recife (PE), Brasil, em 1980. De 1995 a 1998, estudou desenho, pintura e escultura em argila pela Escolinha de Arte do Recife. Em 2001, faz curso de xilogravura em cor com Sebastião de Paula e Nauer Spindola, através do Instituto Dragão do Mar na cidade de Fortaleza. Em julho de 2002, faz o curso "Fotografia, imagem Fotográfica e Arte visual no Brasil", com o Dr. Tadeu Chiarelli no Dragão do Mar de Arte e Cultura. Ee 2001 a 2003, monitora na oficina de gravura do Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará. De 2005 a 2008 foi diretora da Galeria Antonio Bandeira e do Memorial Sinhá D'amora da Secultfor - Secretaria de Cultura de Fortaleza. Possui Graduação em Letras - Licenciatura em Português/Literatura em Língua Portuguesa pela Universidade Federal do Ceará (2006). Atualmente é Coordenadora de Artes Visuais da Secretaria de Cultura de Fortaleza - SECULTFOR, onde desenvolve pesquisas sobre poéticas visuais, congregando suas experiências nas áreas de Literatura e Artes Visuais. É desenhista, gravurista e escultora.
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'It's "If a body meet a body coming through the rye"!' old Phoebe said. "It's a poem. By Robert Burns'."
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Outro dia me pediram que escrevesse sobre músicas que lembrassem o verão. Para muitos de minha geração as primeiras lembranças são as canções do repertório ingênuo dos anos 1960, com direito a biquinis de bolinhas amarelinhas, barquinhos, uma garota em Ipanema, um novo amor no Leblon. Os hinos de verão da Bossa Nova só louvavam o Rio. Sol, sal, sul.
Uma associação musical imediata que faço com o verão é um clássico de Dorival Caymmi, "Maracangalha", porque escutava na infância, no rádio do jipe de meu pai, a caminho da praia. No vozeirão de Dorival, aquela Maracangalha poderia existir em qualquer lugar, uma Pasárgada que a Anália não queria partilhar. Tinha a cara do Brasil.
Mais adiante o verão era Dave Brubeck e Louis Armstrong com "Summer Song", em 1961, uma simples e bela canção. Depois veio Michel Legrand em 1971, com a música para o filme "Summer of '42", cenário para inaugurar o culto a Jennifer O'Neil. Até descobrir essas músicas o destaque em minhas recordações de romantismo musical era "The Things We Did Last Summer", interpretada por Frank Sinatra.
Nenhuma dessas no entanto foi mais importante ou ficou marcada na memória como Estate, peça composta em 1960 por dois italianos, Bruno Martino e Bruno Brighetti. Não fosse o milagre praticado por um certo São João Gilberto, em 1976, talvez nem tivesse resistido mais que uns poucos verões.
Estate, verão em italiano, fala dessa estação que reaviva a memória de um grande amor que não existe mais. O inverno é bem-vindo porque esfria a terra, esconde tudo sob a neve e traz um pouco de paz ("forse un po' di pace tornerà") até que venha outro verão queimando com as recordações do que nunca mais voltará a acontecer. E o refrão declara:"Odio l'estate". Odeio o verão. Unindo as palavras, uma melodia simples e perfeita.
Estate
Sei calda come i baci che ho perduto
Sei piena di un amore che è passato
Che il cuore mio vorrebbe cancellare
Odio l'estate
Estate
Il sole che ogni giorno ci scaldava
Che splendidi tramonti dipingeva
Adesso brucia solo con furore
Tornerà un altro inverno
Cadranno mille pètali di rose
La neve coprirá tutte le cose
E forse un po' di pace tornerà
Odio l'estate
Estate
Che ha dato il suo profumo ad ogni fiore
L'estate che ha creato il nostro amore
Per farmi poi morire de dolore
Odio l'estate
João Gilberto fez o milagre, è vero. Em 1976, no disco "Amoroso" com o auxílio luxuoso do arranjo e regência de Claus Ogerman. Daí por diante Estate decolou como nunca imaginaram os Brunos. Virou cult, foi gravado por Chet Baker em 1983 no disco "Chet Baker in Capolinea", numa longa versão de quase 12 minutos, sem palavras. O mundo do jazz começou a prestar atenção nesta peça.

Mas antes de Gilberto, quem gravou em italiano, num disco datado de 1961, foi Jelena Ana Milcactic, filha de croatas, nascida em Nova York, mais conhecida como Helen Merrill. O título é "Helen Merrill in Italy" (Liuto - 1960), está esgotado e é a primeira interpretação completamente fiel à letra. Merrill pronuncia esse "Odio l'estate" com o pleno sentimento de mulher traída que não pode evitar as lembranças que a magoam a cada verão ("per farmi poi morire de dolore").
Não resisto a imaginar que João Gilberto conheceu esse disco e ficou com a canção na cabeça até lançá-la em 1976. A interpretação de Helen Merrill tem a lentidão de quem conta uma história em detalhes. João pôs sua marca e tornou-a mais lenta.
Um dos autores (às vezes a música é creditada apenas a ele), Bruno Martino, falecido em 2000, gravou Estate sem pronunciar uma única vez esse "odeio o verão". João Gilberto também não diz. Nem Aldo Romano, baterista italiano que perpreta uma versão mais recente em "The Jazzpar Prize"(Enja Records - 2004). Shirley Horn tem um registro belíssimo em "Here's To Life" (Verve Records - 1992); mas cantou em inglês, usando a tradução assinada por Joel Siegel. A grande dama do jazz pôs a alma nessa interpretação, mas sabemos: quem traduz, trai. Lembrem do estrago que os americanos fizeram nas letras originais de Tom Jobim até que ele resolveu deixar de lado os intermediários e passou a fazer suas próprias versões para o inglês. A tradução de Siegel para a letra de Estate foi usada também pelo baterista Grady Tate no CD "All Love - Grady Tate Sings" (441 Records - 2002).

Quem gravou Estate na versão original, inspirada no arranjo do disco de João Gilberto e também sem o "odeio o verão", foi a brasileira Ana Caram em "Hollywood Rio" (Chesky Records - 2004). O resultado é apenas mediano. Excelente mesmo é a interpretação da italiana radicada nos Estados Unidos, Roberta Gambarini. Canta na língua materna, claramente inspirada em Helen Merrill. Mas o arranjo, que transforma a peça num bolero, tira um pouco do drama indispensável.
A versão de Chet Baker frustra porque o solo de trompete é muito breve e ele reparte o resto do tempo com todos os componentes do quarteto que o acompanhava em 1983. O baixista Riccardo Del Fra e o saudoso pianista Michel Graillier fazem solos decentes, mas nada de excepcional. Chet não canta e pela longa vivência na Itália poderia tê-lo feito no original. Fico imaginando o que perdemos.

De arrepiar é a interpretação do duo Enrico Rava (discípulo de Chet) e Stefano Bollani (piano) no disco "The Third Man" (ECM Records - 2007). Michel Graillier que gravou a mesma música com Chet Baker em 1983, legou-nos uma versão piano solo muito interessante em "Fairly" (Le Chant Du Monde/Harmonia Mundi - 2005). Já o holandês Louis van Dijk ("Ballads in Blue" - MYCJ - 2005) e a canadense Renee Rosnes ("Once Upon A Time" - Videoarts Music - 2003) fazem o "feijão com arroz" jazístico, apenas corretos. Quem acaba levando a láurea de melhor interpretação em piano solo é o grande mestre italiano Renato Sellani, no CD "O Sole Mio" (Venus Records - 2008), uma versão realmente à altura do pathos da canção.
Muitos outros artistas gravaram ou ainda vão gravar esta música que tem tanto charme quanto a Valentina de Rodgers & Hart. Mas até agora, a campeã para mim é a lentíssima versão da catalã Carme Canela, no disco "Iris" (Fresh Sound New Talent - 2003).
Ela só usa no final, a linha do refrão "Odio l'estate". Três vezes. A primeira vem depois da frase "morire de dolore", que é prolongada como um gemido. A segunda é pronunciada baixinho, e repetida mais uma vez, quase como uma confissão íntima, onde se confundem raiva, dor e saudade. Algo que toda mulher abandonada sente e sofre. Mesmo que o inverno colha milhares de pétalas de rosa e traga uma breve paz.
Os Brunos sabiam das coisas. Tal qual Chico Buarque, entendiam a alma das mulheres.

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Uma das melhores surpresas musicais de 2009 veio do trio liderado pelo contrabaixista Terje Gewelt com a participação do mestre insuperável do jazz italiano, o pianista Enrico Pieranunzi, e do baterista Anders Kjellberg. OSLO (Resonant Music - RM21-2 - 2009) abre exatamente com uma peça composta por Pieranunzi - "Blue Waltz" - que por si só já justificaria a aquisição deste CD de produção impecável.
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Houve um tempo que a Itália era considerada como o país que produzia o pior jazz do mundo. Hoje é referência em qualidade e sofisticação. Trionometry (Alfa Projects - AFPCD118 - 2009), do grupo formado por Alessandro Bravo (piano), Stefano Cantarano (contrabaixo) e Alessandro Marzi (bateria),é uma excelente oportunidade para descobrir nuances de timbre, ritmo, harmonia e melodia oferecidas pelo trio clássico de jazz, uma das mais prolíficas formas do gênero.
Música extremamente bem elaborada sem cair na armadilha do virtuosismo. Confira no link abaixo um exemplo na faixa Nadiya, composição de Alessandro Bravo.
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